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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

20.Nov.17

Para as Crianças... Pelas Crianças.

mparaujo
A 20 de Novembro de 1989 a ONU adoptou, por unanimidade, a a Convenção sobre os Direitos da Criança. É pena que essa unanimidade do plenário pouco se traduza na aplicação prática e concreta da Convenção. É pena que as nações e as comunidades se tenham esquecido que a assinatura da Convenção, ainda por cima por unanimidade, após ratificada, passa a constituir ordem jurídica. É pena que o dia-a-dia de muitas regiões do mundo não só esqueça como atropela permanentemente (...)
09.Nov.17

Uma vida não tem preço... muito menos a de uma criança.

mparaujo
A solidariedade e a defesa dos direitos fundamentais e da dignidade humana de qualquer cidadão, por razões acrescidas quando se trata de crianças, não deve conhecer fronteiras nem distâncias. No Gana, bem no coração dessa África esquecida e explorada, os pais vendem os seus filhos por menos de 30 euros a traficantes que os revendem aos pescadores do Lago Volta. Estas crianças são obrigadas a trabalhar 14 horas por dia, 7 dias por semana, a troco de um único prato de mandioca. (...)
21.Nov.16

Deveria ser todos os dias do ano... já lá vao 27 anos.

mparaujo
São já 27 os anos que separam o dia 20 de novembro de 1989 do dia celebrado ontem (20 de novembro de 2016). São já 27 os anos que distam do dia em que as Nações Unidas adoptaram a Convenção dos Direitos das Crianças (20 de novembro de 1989). Hoje (ontem) é dia de lembrar o que nos relata a UNICEF. seis milhões de crianças continuam a morrer anualmente de causas evitáveis.50 milhões de crianças foram obrigadas a abandonar as suas casas, das quais 28 milhões estão (...)