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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

12.Mai.20

Vale a pena pensar nisto #06

Sobre a criança Valentina... e outras "Valentinas"

mparaujo
O relatório da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) dava conta que, em 2019, 1.467 crianças foram vítimas de crime (mais 532 do que em 2018, numa média de 4 por dia ou 28 por semana) sendo que em 27,3% dos casos a autoria do crime foi atribuída ao pai ou à mãe. Se um crime, agravado pela existência de vítima mortal, é, por si só, uma realidade condenável, este acto toma contornos abomináveis quando está em causa uma criança, dada a sua fragilidade, (...)
07.Jan.20

Passar da(s) Palavra(s) aos actos...

mparaujo
Promovida, mais uma vez, pela Porto Editora, os portugueses escolheram a palavra do ano de 2019. Por si só, qualquer contexto de violência é condenável, criticável e deve ser denunciado. Têm vindo a público inúmeras realidades reprováveis: 900 casos de violência contra profissionais da saúde (normalmente, médicos e enfermeiros); praticamente todas as semanas há registo de casos com professores e auxiliares de educação; são mais que significativos os casos de violência (...)
25.Nov.19

Entre marido e mulher... mete a colher.

mparaujo
A ONU instituiu, em 1990, o dia 25 de novembro como o "Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres", em memória das irmãs Maribal (Minerva, Patria e María Teresa), activistas da República Dominicana, assassinadas em 1960 (a 25 de novembro). É indiscutível que as preocupações sociais, do garante e defesa das liberdades, dos direitos e garantias, devem ser permanentes e diárias. Mas não é menos verdade que o foco centrado na celebração de datas que (...)
25.Nov.17

É uma questão de dignidade e de liberdade... o direito a não ser agredida

mparaujo
Em dezembro de 1999 a Assembleia Geral das Nações Unidas designava o dia 25 de novembro como o Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher. Mas em 1993, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovava a Declaração sobre a Eliminação da Violência contra a Mulher. Aí era definido o conceito de "violência contra a mulher": «todo acto de violência baseado no género que tem como resultado possível ou real um dano físico, sexual ou psicológico, incluídas as (...)
25.Nov.16

Vivências civilizacionais medievais

mparaujo
Em pleno século XXI ainda vivemos, em algumas áreas, em contextos e realidade perfeitamente medievais. E nem é preciso insurgirmo-nos contra determinadas culturas e realidades, basta-nos o que se passa na sociedade e nas famílias em contextos sociais ocidentais. O dia 25 de novembro regista o empenho internacional no combate à (...)
25.Nov.15

Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres

mparaujo
Apesar do ano de 2015 (que ainda não terminou) registar um decréscimo no número de mortes (menos 14 que em 2014) que resultaram de violência contra as mulheres (não só a doméstica, entenda-se), 27 mulheres assassinadas são sempre números que envergonham em pleno século XXI ( 2,5 mortes/mês). Bastava uma para a indignação... simplesmente. A par destes números avançados pelo Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) acresce ainda 33 vítimas de tentativa de homicídio. Para (...)
22.Set.14

Em pleno sec. XXI mas na Idade da Pedra

mparaujo
A guerra traz-nos imagens e realidades cruéis. Facto. A fome traz-nos imagens e realidades que abominamos e dificilmente compreendemos face aos recursos que existem no mundo e nos países. Facto. A morte, por mais natural que seja, afigura-se-nos sempre “estúpida”. Facto. Portugal tem todas as potencialidades para ser um país exportador de serviços de inovação e tecnologia. Facto. O 25 de Abril de 74 trouxe-nos liberdade, democracia, mais educação, mais saúde, mais emprego (...)